ondamarela

A ondamarela na Sérvia

Integrados no Beta Circus, passámos a última semana em Novi Sad, como mentores da residência artística entre os colectivos Fenfire, da Áustria e Ekspedicijastanica, da Sérvia. Mirror of Novi Sad, a criação colectiva que contou ainda com a participação decisiva de adolescentes de Novi Sad apresentou-se finalmente nos dias 17 e 18 de Maio, foi um percurso que ocupou o espaço de uma escola, com intervenções, instalações e performances que abordaram a questão do espaço, do reflexo, do público e do privado.
Uma semana cheia, de que levamos muita aprendizagem e muitos amigos. Obrigado!


Space.
Do we need it?
Do we have it? Do we share it?
Is it private or public?
Is a school a space? Is it just a place?
Is it safe? Is it brave?
What do mirrors do to it? What do they do to us?
Are mirrors honest? Is sound sincere?
Are we allowed to change space? Can we cross lines, enter forbidden zones?
Questions bring more and more questions.
Oh, I hear the bell now.
 

A Máquina em Ílhavo

Esta Máquina Cerca o Ódio e Força-o a Render-se

chegou a Ílhavo. Mais uma vez, este ciclo programático instala-se e começa a trabalhar o ódio, as suas nuances, o que podemos todos fazer em relação a ele.
Estamos na Gafanha da Nazaré até dia 28 de Abril e até lá fazemos a Oficina que cerca o ódio, acompanhamos a Alexandra Saldanha e a Ana Markl na sua criação “Para que Serve esta Mánica?”, criamos a Performance de comunidade com toda a gente que se queira juntar, acompanhámos a Maria Vlachou na conversa acerca do tema.
O 23 Milhas, parceiro que nos convida a pensar o território, as pessoas e a forma como lidamos uns com os outros, acompanha todo este caminho comemorando connosco os 50 anos do 25 de Abril com a frescura e a criatividade que caracteriza este projecto.

Toda a informação aqui:
https://www.23milhas.pt/evento/esta-maquina-cerca-o-odio-e-forca-o-a-render-se/

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Som Sim Zero: na rua, o encontro

Apresentámos anteontem, no Festival Tremor, mais uma nova criação do Som Sim Zero.
Desta feita, um percurso, na rua, com a ASISM, os músicos que nos acompanham, os Bora Lá Tocar e os Back to Funk. Desta feita, além do nosso maravilhoso Samuel Martins Coelho, tivemos connosco a incrível Patrícia Costa, nos figurinos e adereços.
Acerca do encontro, do abrir portas, do tempo e das coisas invisíveis, envolvemos o público do festival numa nuvem de coisas boas.
Obrigado a todos, deixamos aqui algumas fotos lindas, da Vera Marmelo.

O encontro é revolucionário.

Deixar entrar.

A escuta é revolucionária.

Participar.

Querer saber é revolucionário.

Dançar.

Fazer uma roda,

juntar,

discutir,

rir,

tocar

mo

nos

O silêncio é revolucionário

O som.

Pensar é revolucionário.

O não.
O gesto é revolucionário.

Sorrir.

Fazer uma roda,

juntar,

discutir,

rir,

tocar

mo

nos

 

E terminou! Our Adelaide Citizens Orchestra!

No passado sábado, 16 de Março, apresentou-se a nossa Citizens Orchestra, encerrando a nossa participação no Floods of Fire da Adelaide Symphony Orchestra, no Adelaide Festival deste ano. Um processo que começou há mais de um ano, para a  abertura do Adelaide Festival 2023, e que tocou milhares de pessoas diferentes, em dezenas de workshops em espaços muito diferentes. Criámos uma performance com música totalmente nova, criada a partir destes workshops, e o auge, nos Maths Lawn, no sábado, foi um momento muito muito bonito para nós.


Obrigado a todos os que decidiram abrir esta porta e participar, obrigado ao Airan Berg pelo convite, pelo esforço e pelo programa Floods of Fire, obrigado à Adelaide Symphony Orchestra, ao Adelaide Festival e à Universidade de Adelaide.
Um obrigado extra especial à Rachel Pittson e à Jessica Manning e ao Paul Cowley.
E claro, ao nosso Tim Steiner.
Foi um projecto marcante para a ondamarela, estamos muito orgulhosos do que se conseguiu fazer.

Adelaide Citizens Orchestra 2024

A ondamarela está de novo em Adelaide, para criar aquela que será a performance de encerramento do Floods of Fire, no Adelaide Festival deste ano. A partir da Adelaide Symphony Orchestra, uma orquestra gigante, composta de todos quantos quiseram participar, tem acorrido a workshops nas várias áreas da cidade, para em conjunto montar este enorme desafio, que se apresenta no próximo dia 16. Têm sido semanas incríveis, de aprendizagem, emoção e música. Obrigado a todos!

Tremor 2024

 

Já andamos por S. Miguel a preparar uma edição muito especial do Som Sim Zero deste ano!

E tem sido como se vê!

Não percam , no Tremor deste ano!

   

Beta Circus

 

Este ano, a ondamarela tem dado formação em geografias muito diferentes: Oeiras, Torres Vedras, Covilhã, Porto, Nicosia, Tenerife… No início deste mês, em Ílhavo, integrados no Beta Circus, trabalhámos com agentes culturais e artistas da Sérvia, Itália, Áustria, Irlanda, Letónia, Espanha e Portugal. Como sempre, m uito interessante a partilha de processos, modos de fazer e de pensar, experiências e dúvidas foi enriquecedora!

Ser Aqui – Excentricidade em Ronfe

Apresentou-se em Ronfe, no passado dia 9, o resultado do nosso projecto “Ser Aqui”, para o programa Excentricidade, do Município de Guimarães.
Foi um projecto intenso, de levantamento do património material e imaterial daquela vila de Guimarães, e o resultado foi muito divertido e emocionante. Obrigado à Junta de Freguesia e ao Município de Guimarães, obrigado à Academia da
Razão, aos Escuteiros de Ronfe, Flor de Lís, Fraternidade.

Obrigado a todos os que subiram a palco!

Extravasa
Acorda, sai de casa!
Vem, agora
O teu dia melhora!

 

Trago Comigo

Sábado, dia 16, apresentámos “Trago Comigo”, uma performance que juntou no mesmo palco vozes de diferentes nacionalidades a viver em Famalicão.
Um grupo de pessoas super generosas e criativas, que partilhou coisas que jamais esqueceremos.
Obrigado a todos os que construíram connosco este lugar de escuta e criação.
Foi intenso e foi bonito.
Obrigado ao @municipio_de_famalicao e ao @teatronarcisoferreira pelo convite e por todo o apoio.

Ouvidos ao Vento

Apresentou-se no último fim de semana o trabalho que vimos realizando em Beja, para o Atos da Odisseia Nacional do Teatro Nacional Dona Maria II.
Ouvidos ao Vento foi um percurso artístico nos espaços do maravilhoso edifício da Santa Casa da Misericórdia, que envolveu cerca de 4 dezenas de pessoas de Beja ao vivo, e umas tantas outras no processo. Foi um projecto intenso, denso, mas muito bonito e impactante para nós. O resultado apresentado, no sábado, 11 e domingo, 12, foi o culminar de uma reflexão acerca da escuta, do debate, da abertura, da participação.
Aqui fica a nossa sinopse e fotos de sábado, do João Roldão.

Ouvidos ao vento

A voz do outro, dos outros. A minha voz com a dos outros. O que muda na minha voz quando se junta à voz das pedras e dos animais, à do vento e do sol, à do vinho, da fúria, do amor, à voz da calma, do sono, à voz do mel, à voz do corpo.

Na bagagem que cada uma dessas vozes traz invoca-se o sagrado e o profano, o trabalho e a intimidade, o individual e o social.

Por meio de um intenso trabalho de recolha, pesquisa, experimentação, reflexão e debate de ideias, criaremos um desassossego de ideias, com pés assentes na terra, com vozes que soam a Beja.

Dizes amar a liberdade
De fazer e de pensar
Eu sou livre quando canto
Ninguém tem de me escutar

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